O ar

Eu amo o vento. Sempre gostei. Lembro da sensação gostosa de colocar a mão para fora do carro e sentir aquela força contrária. Em muitos momentos de reflexão e dúvida, pedi um sinal aos céus e recebi uma lufada de ar em resposta. O vento é meu companheiro. E a Tarsila, além das covinhas, herdou essa paixão também. Para deixá-la feliz, basta abrir a janela do carro e deixá-la ficar descabelada. E assim fizemos hoje… e de quebra ainda cantamos uma das nossas músicas favoritas: O Ar, do Vinícius de Moraes.

Estou vivo mas não tenho corpo
Por isso é que não tenho forma
Peso eu também não tenho
Não tenho cor

Quando sou fraco
Me chamo brisa

E se assobio
Isso é comum

Quando sou forte
Me chamo vento

Quando sou cheiro
Me chamo pum!

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